Independentemente do mercado em que uma empresa privada esteja atuando, todas tem em comum a busca pela transformação digital, seja nos seus processos, como também na relação com seus clientes. A preocupação com a disrupção é presente em todo comitê executivo e nos conselhos de administração.

Dirceu Tiegs

A demanda do cliente por produtos e serviços digitais é uma realidade para a maioria dos consumidores e cresce de forma acelerada. A corrida das empresas instaladas por profissionais da área de tecnologia, aliada a explosão de startups, gerou uma necessidade muito maior por profissionais modernos da área de tecnologia. Faltam profissionais no mercado mundial. Não estou falando de profissionais que sustentam uma estrutura de velhos legados, mas engenheiros de software e gestores para as novas tecnologias de relacionamento e negócios.

Em geral, essas empresas vieram fazendo investimentos importantes na última década, nas áreas de RH, Tecnologia, Marketing e Negócios, além do Digital. A tomada de decisão foi de alocar cada profissional, segundo suas características, onde ele se sentisse mais confortável, feliz e, portanto, produtivo.

Pessoas com alta comunicação direcionadas para o negócio, os criativos para o marketing, os técnicos (que por vezes declaram que não se sentem confortáveis ao lidar com pessoas) para área operacional e tecnologia. De diferentes maneiras, criou-se uma departamentalização e várias áreas muito afastadas do negócio e do cliente.

O profissional raro no mercado, a mosca branca, é um gestor que seja parte do C-Level, com competências de tecnologia, marketing e negócios. Esse ser híbrido e hoje estranho, poderá ser natural num futuro, onde on e off-line desaparecem. Somente existirá o negócio, cada vez mais acessível.

Sobre o autor

Dirceu Tiegs, Ccnselheiro de Administração independente

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