A Confederação Nacional de Saúde (CNS) demonstra profunda preocupação com o impacto da greve dos caminhoneiros nos serviços de saúde. A entidade solicita que os manifestantes permitam o acesso dos veículos que transportam materiais médicos prioritários. A Confederação não se opõe a nenhuma manifestação. Entretanto, alerta que, caso esse apelo não conte com a compreensão dos senhores, os problemas no abastecimento de insumos essenciais irão aumentar. Tais problemas já estão afetando diretamente a viabilidade dos atendimentos hospitalares inclusive aqueles de urgência e emergência.

Com a atual situação, já se começa a registrar falta de gás medicinal, material anestésico, medicamentos, insumos para tratamento de água, entre outros produtos vitais para a manutenção dos serviços, bem como para a segurança dos pacientes. É imprescindível que a reivindicação dos manifestantes não coloque em risco a saúde do cidadão.

M.S.
Revista Apólice

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