O primeiro cliente da Regula Sinistros, que apostou nos serviços assim que a empresa foi criada, em outubro de 2017, é o corretor de seguros Davidson Messias Miranda, da Angels Corretora de Seguros (São Paulo – SP). Ele entendeu o conceito da empresa de que corretores de seguros deixam de ganhar dinheiro quando se debruçam no atendimento de sinistros e é mais interessante terceirizar este setor.

“É muito mais vantajoso direcionar os colaboradores para prospectarem novos negócios e ter uma equipe de atendimento de sinistros terceirizada, com custos viáveis para corretoras de todos os portes. Com nosso foco no atendimento, também contribuímos diretamente para fidelizar os segurados e conquistar novos negócios para os corretores, por meio de indicações daqueles que foram bem atendidos”, defende Daniel Bortoletto, fundador da Regula.

Davidson, da Angels, pôde sentir na prática a evolução. “Tínhamos duas funcionárias que cuidavam dos sinistros, uma especialista em auto e outra em seguros fiança, cada uma recebia em média R$ 1.800 por mês, o que totalizava R$ 6.800 mensais, se somados os benefícios e encargos trabalhistas diretos e indiretos. Hoje pagamos apenas R$ 749,99 para a Rempresa e temos um serviço muito mais focado e especializado. Apenas os salários, com 13º, férias e outros, somavam quase R$ 79 mil por ano, e agora eu pago R$ 9 mil por ano. Economia de mais de R$ 70 mil, muito importante para nós”, declara.

A grande vantagem analisada por Davidson é não ter que se preocupar com a burocracia do processo de sinistro e poder contar com uma empresa especializada que atua em seu nome junto aos seus clientes, atendendo igual ou melhor que ele por ser focada em sinistros. “Saímos do problema, ganhamos mais tempo para vender. Outro ponto positivo que enxerguei é referente a registro de funcionários e eventuais problemas trabalhistas, tirei essa preocupação”.

No fim, a parceria entre as empresas rendeu outro grande negócio: a Regula contratou as duas especialistas em sinistros que atuavam na corretora. “A possibilidade de migrar funcionários para outra área, no meu caso, não deu certo, pois as duas trabalhavam somente com sinistros, tinham essa grande especialidade. Foi vantajoso para elas, para mim e, principalmente, para eles, que receberam ótimas profissionais e prontas para começar o trabalho”, afirma Davidson.

Em relação ao atendimento de seus clientes, o corretor afirma que está satisfeito. “Não estou tendo nenhum problema, nenhuma reclamação, acompanho tudo o que a empresa está fazendo pelo site deles. Tenho uma pessoa na corretora que gerencia todos os processos, verifica pendências, e quando ela recebe algum sinistro, passa a bola para a Regula e fica apenas acompanhando”.

K.L.
Revista Apólice

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