José Silva dos Santos, da Ameplan
José Silva dos Santos, da Ameplan

Os planos de coparticipação ganham cada vez mais vigor aos olhos das empresas em tempos de crise. A assistência médica subsidiada para funcionários e dependentes, um dos benefícios mais pleiteados no mundo corporativo, muitas vezes é um fator decisivo no momento de atrair e reter talentos. Em contrapartida, há uma grande necessidade de redução de custos para equilibrar da melhor maneira possível as contas neste momento econômico do país.

Atenta a movimentação do mercado, a Ameplan Assistência Médica Planejada se posiciona como alternativa às empresas que desejam evitar o cancelamento do benefício e lança o Plano Empresarial de CoParticipação, que possui um custo mais acessível. Ao realizar consultas e exames, o funcionário contribui com uma pequena parte do valor de procedimentos simples, como consultas e exames.

“Com o plano de coparticipação todos os envolvidos acabam moderando e se preocupando com gastos desnecessários pelo uso excessivo e aleatório do benefício, o que impacta diretamente no encarecimento do plano de saúde”, explica o diretor administrativo e financeiro da operadora, José Silva dos Santos.

O modelo utilizado pela companhia funciona da seguinte maneira: há uma participação dos colaboradores nos valores de consultas eletivas e de pronto socorro e exames simples e especiais, sem participação nas internações. Além disso, foi definido um limitador (teto) de descontos para cada titular, dentro de cada mês. Isto promove o caráter regulador ou fator moderador sem penalizar o beneficiário financeiramente como costuma acontecer com aqueles pacientes que são acometidos de patologias crônicas e são obrigados a realizar consultas e exames para a correta elucidação da hipótese diagnóstica. “Desta forma, chegamos a um plano no qual o custo é mais acessível para as organizações, pois o funcionário contribui com uma pequena parte do valor – que é chamada co-participação”, explica Silva.

L.S.
Revista Apólice

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