05/07/2022

Índice de confiança do setor de seguros sobe 1,8% no 1º bimestre

Índice de confiança do setor de seguros sobe 1,8% no 1º bimestre

No primeiro bimestre de 2016, o Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) teve alta de 1,8%, de acordo com uma pesquisa da Fenacor. “Nosso setor continua na expectativa do que pode acontecer nos próximos meses. Os dois primeiros meses do ano são sempre marcados por férias, Carnaval. Agora sim, o ano começará e queremos checar como estará a confiança dos empresários”, comenta o presidente da entidade, Armando Vergilio.

Os percentuais são calculados a partir de pesquisa realizada pela Federação com 100 grandes empresas do setor, que optaram por percentuais de zero a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento. Também foram apurados outros três indicadores: ICSS (de confiança do setor de seguros no Brasil), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras).

No ano, a variação do ICES foi a maior: 4,8%. Mas ainda não há o que comemorar pelo fato dos índices estarem muito baixos. No cálculo do ICSS, o ICES foi o fator que puxou o indicador para baixo, com variação negativa de -1,4%.

fenacor 1

Segundo a Federação, o pessimismo permanece. Segue variação dos indicadores nos últimos seis meses.

fenacor 2

A pesquisa também apura as expectativas para faturamento, crescimento da economia e rentabilidade as empresas.

Faturamento: esperança de manutenção

Para faturamento, as expectativas estão divididas entre as empresas. 46% das seguradoras; 50% das corretoras e 54% das resseguradoras esperam a manutenção ou melhora dos índices nos próximos seis meses.

Crescimento da economia: pouca esperança pelos próximos meses

79% das seguradoras; 59% das corretoras e 69% das resseguradoras esperam um crescimento da economia pior ou muito pior, no Brasil, pelos próximos seis meses.

Rentabilidade: resseguradoras são as mais otimistas

Apenas as resseguradoras estão positivas em relação a rentabilidade, pelos próximos seis meses: 62%. Estes tipo de empresa possui investimentos, o que dá suporte a sua rentabilidade, diferente das demais. Já seguradoras e corretoras esperam piora de 52% e 64%, respectivamente.

L.S.
Revista Apólice