Foto: Daniel Isaia, Agência Brasil
Foto: Daniel Isaia, Agência Brasil
Foto: Daniel Isaia, Agência Brasil

A Yasuda Marítima criou uma estrutura especial para atender às ocorrências relacionadas ao vendaval que atingiu Porto Alegre (RS) no dia 29 de janeiro. Na ocasião, a capital gaúcha foi atingida por aproximadamente uma hora de chuvas e ventos que alcançaram cerca de 120 km/hora.

A seguradora mobilizou uma equipe técnica com objetivo de viabilizar imediato atendimento às ocorrências. Os sinistros (acontecimento que ocasiona o prejuízo ao bem do segurado) registrados até o momento representam um aumento expressivo em relação à média geralmente registrada em período semelhante. As ocorrências mais comuns foram os destelhamentos de casas, com danos a telhados, janelas, fachadas etc, bem como danos ocasionados por chuva de granizo, danos elétricos, queda de raios, alagamento e inundação, entre outros.

“Assim que tomamos conhecimento do vendaval em Porto Alegre, deslocamos profissionais de outras regiões e iniciamos uma verdadeira força-tarefa a fim de agilizar as indenizações. Todas as comunicações que recebemos já foram distribuídas para a equipe, que trabalha com prioridade máxima ao atendimento com o único propósito de indenizarmos os prejuízos no menor prazo possível”, declara Agnaldo Libonati, diretor de sinistros da companhia.

O vendaval que atingiu Porto Alegre no dia 29 aconteceu em consequências da tempestade classificada como supercélula (quando há uma forte corrente de ar ascendente girando dentro da nuvem) de tempestade, decorrente do calor, que ganhou força ao chegar à cidade. De acordo com o Sistema Ceic-Metroclima, da Prefeitura local, os ventos atingiram 119,5 km/h no Jardim Botânico e, pela violência e longa duração (quase uma hora), a tempestade foi uma das mais intensas das últimas décadas. Mais de 210 mil imóveis ficaram sem luz e várias regiões da cidade foram atingidas. Segundo a Prefeitura, mais de 1,6 mil toneladas de resíduos foram recolhidas até o dia 3 de fevereiro e cerca de 505 trabalhadores e 80 caminhões seguem no trabalho de limpeza.

L.S.
Revista Apólice

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