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O seguro condomínio vem crescendo. Em 2014, o produto acumulou R$ 300 milhões em prêmios emitidos – incremento de 4% em relação ao ano anterior. O desempenho tem sido puxado pela cobertura ampla, que passou a vigorar em julho de 2010 e tornou o seguro mais completo.

Ela é uma modalidade da cobertura básica e cobre (além de incêndio, raio, explosão, implosão, quedas de aeronaves ou acionamentos acidentais de sprinklers) desmoronamento, alagamentos, inundações, vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo, danos elétricos e até mesmo tumultos, que não são encontrados na modalidade da cobertura básica simples.

“Apesar de a lei obrigar apenas a contratação do seguro contra o risco de incêndio ou destruição total ou parcial, acreditamos no crescimento da contratação da modalidade da cobertura básica ampla pela sua importância. São coberturas indispensáveis para quem deseja maior segurança e tranquilidade”, afirma o diretor geral de seguros Massificados do Grupo BB e Mapfre, Jabis Alexandre.

De acordo com Danilo Silveira, superintendente executivo de Seguros Tradicionais da empresa, a intenção é incentivar a comercialização da modalidade de cobertura básica ampla. No entanto, a companhia não deixará de apresentar as duas opções ao cliente, como determina a Resolução 218 do Conselho Nacional de Seguros Privados.

Como a lei define que é o síndico ou o administrador do condomínio quem responde judicialmente pelas consequências da falta ou insuficiência de seguro, ele é o instrumento que pode amparar, até o limite máximo fixado na apólice, uma possível indenização por danos involuntários, materiais ou corporais causados a terceiros. “Esse é o maior benefício do seguro, que é trazer tranquilidade ao síndico e condôminos”, destaca Silveira.

O objetivo agora, segundo Alexandre, é aumentar a participação em outras regiões, apostando em parcerias com corretores especializados no atendimento a condomínios.

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