Crédito: Flávio Carvalho

 

No último dia 22, duas caminhonetes da Mondial Assistance Brasil equipadas com 400 metros de lona, 200 litros de água, três caixas de alimentos, além de materiais para consertos hidráulicos e elétricos, chegaram às cidades atingidas pelo tornado, em Santa Catarina. Em paralelo, um caminhão reboque da empresa foi colocado à disposição da prefeitura.

Durante os dois dias que se seguiram, os seis profissionais da companhia prestaram apoio aos segurados das quatro seguradoras clientes que atuam na região, assim como à população em geral.

“Quando chegamos, percebemos que depois da água, o que mais faltava era mão de obra para ajudar, principalmente na cobertura de telhados e retirada de entulhos de dentro das casas e das áreas externas”, explica Euclides Lanzarin, gerente de Operações da empresa.

O tornado de Santa Catarina fez um caminho único, atingindo 10% das cidades. As áreas centrais e a parte de serviços públicos foram preservadas, mas sem capacidade para atender a alta demanda. O próprio exército estava atuando mais na distribuição de mantimentos e também na remoção dos escombros e reconstrução das casas.

Depois da experiência com a catástrofe na região serrana do Rio de Janeiro, em 2011, a empresa resolveu criar um comitê de crise para atuar em situações similares, que fosse adaptável ao tipo de evento. “Se em Petrópolis necessitávamos de mais prestadores para automóvel, em Santa Catarina tivemos que formar um grupo de técnicos com experiência em reparos residenciais, além de também nos preocuparmos com o suporte emocional”, diz Lanzarin.

L.S.
Revista Apólice

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