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Um estudo publicado pela pelo Instituto de Ciências do Seguro, da Fundación Mapfre, mostrou que em 2013 as seguradoras que atuam na América Latina alcançaram um crescimento global com volume de prêmios de 3,7%, até 125.511 milhões de euros.

A valorização do euro em relação às moedas destes países influenciou no menor crescimento do volume de prêmios expressos em euros para estes grupos, frente aos aumentos experimentados em moeda local. O efeito foi mais significativo no caso do mercado brasileiro, devido ao peso importante no ranking das companhias brasileiras ou de multinacionais com grande presença neste mercado.

O grupo Mapfre teve alta de 7,9%, com 8.875 milhões de euros, em razão das fortes taxas de crescimento em moeda local de suas filiais na região que compensaram o efeito negativo da taxa de cambio. Graças ao crescimento, a companhia ganhou share, passando de 6,8% para 7,1%.

O negócio Não Vida, na América Latina, atingiu um volume total de 67.569 milhões de euros, 7% a mais em relação ao ano anterior. Os 25 maiores grupos da região registraram share Não Vida de 60,6% e apresentaram aumento de 5,3%. O ranking Não Vida continua liderado pela Mapfre, que com 6.404 milhões de euros em 2013 acumula 9,5% dos prêmios.

Já quando o assunto é o negócio de Vida, novamente em 2013 o ranking esteve liderado por três grupos brasileiros, encabeçados pelo Bradesco. No conjunto, o setor alcançou um volume de prêmios de 57.942 milhões de euros, sem mudanças em relação ao ano anterior, a Mapfre se mantém no sexto lugar do  ranking, com um crescimento de 11,6% no volume de prêmios, até 2.471 milhões de euros.

Para conferir a versão completa do relatório, acesse http://www.mapfre.com/documentacion/publico/i18n/catalogo_imagenes/grupo.cmd?path=1080436.

L.S.
Revista Apólice

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