A Allianz Seguros desenvolveu os seus serviços residenciais. Por um custo de R$ 0,50 ao dia, clientes podem contar com atendimento de chaveiros, descarte de móveis antigos, vazamentos, panes elétricas. “O que muita gente não sabe é que o seguro residencial existe para cuidar da integridade do patrimônio do segurado como um todo. Não só em caso de perda, mas também de conservação”, explica o diretor de Multiprodutos e Transportes da Allianz Seguros, Rafael Rodrigues
Para tornar essa proteção viável e acessível, a Allianz criou o +Residência, um seguro para imóveis que elimina a necessidade de preenchimento detalhado da apólice, mas contempla os principais itens que resguardam o proprietário de grandes dores de cabeça. A novidade é que ao contratar o Seguro Auto, todas as informações usadas para a emissão da apólice são reutilizadas no preenchimento automático do Seguro Residência, gerando assim, um novo documento, mas sem a necessidade de avaliação prévia do imóvel. Apesar do produto com prêmio quase um terço menor, a comissão do corretor do +Residência é de 30%, como no produto tradicional.
O +Residência contempla todas as coberturas essenciais para imóveis, além dos serviços agregados e sustentáveis, caso do Descarte Ecológico, realizado  em parceria com a Ecoassist. A empresa recolhe produtos dispensados pelos segurados Allianz, como eletroeletrônicos, sofás, colchões, armários, geladeiras e fogões, desmonta-os e envia o material para a indústria recicladora. O processo é homologado e o cliente recebe um certificado de que o resíduo foi corretamente descartado e reciclado. Basta ligar e agendar a retirada. Tudo isso de graça.
A melhor notícia para a modalidade é que a cultura do brasileiro em relação ao seguro residencial tem mudado. Rafael Rodrigues garante que, se antes a única prioridade em termos de seguro para o cliente era o carro, agora a casa já começa a se posicionar de acordo com o peso que tem dentro do patrimônio da família. “Não dá para deixar desprotegida uma coisa de valor tão alto quanto a casa da gente, pois, ao contrário do que muita gente pensa, o sinistro residencial chega a 35% da carteira. Mesmo não sendo ocorrências gravíssimas, elas trazem prejuízo e dor de cabeça”, conta.

A.C.
Revista Apólice

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