Dados do mercado norte-americano revelam que os riscos de saúde de funcionários e colaboradores de empresas caem consideravelmente com a implementação de programas de gestão e a incorporação deste processo ao plano de negócios.
O levantamento tomou como base as respostas de 767.640 profissionais, esposas e funcionários aposentados envolvidos, direta ou indiretamente, em programas de gestão de saúde promovidos por companhias dos Estados Unidos. Com boas práticas, os riscos diminuíram 4,7%, mais que o dobro do resultado obtido por empresas que criaram ações isoladas de incentivo à saúde (2%).
Os fatores diferenciais para o sucesso da gestão de saúde são a formatação de ações estruturadas e com metodologia abrangente; incentivos integrados; uma boa estratégia de comunicação; projeções e coleta de dados biométricos e, por fim, integração com os fornecedores.
Para a superintendente executiva da Asap, Marilia Ehl Barbosa, os indicadores refletem a importância da entidade, criada a partir da união de grandes empregadores brasileiros com a meta de incentivar a padronização das iniciativas de gestão de saúde. “Queremos imprimir a cultura da prevenção no DNA das empresas brasileiras. Estímulos aos bons hábitos só terão efeito se o mercado corporativo deixar de adotar iniciativas paliativas e passar a focar em um programa de acompanhamento permanente, que atenda as populações de maneira customizada e conforme o grau de risco de cada beneficiado”, acredita.

A.C.
Revista Apólice

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