O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, divulgou na tarde de hoje (23) investimentos de R$ 1,9 bilhão em equipamentos, unidades e serviços de saúde até 2014. O anúncio foi feito durante o encerramento do Congresso Internacional de Serviços de Saúde (CISS), evento realizado durante a 20ª edição da Hospitalar feira e fórum, que começou terça-feira (21) e termina amanhã (24).
Os investimentos tem como objetivo a qualificação de unidades básicas, intermediárias e de alta complexidade para ampliar o acesso da população às Unidades de Pronto Atendimento 24 Horas (UPAs), veículos e centrais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), oficinas ortopédicas, Unidades Odontológicas Móveis (UOM), serviços de oncologia e a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS).
Para as Unidades Básicas de Saúde (UBS) serão adquiridos 1,2 mil respiradores mecânicos e 1.010 eletrocardiógrafos. Para as UPAs serão 69.038 equipamentos (entre eles, 1.096 ventiladores pulmonares e 392 aparelhos de raio X). Já as Unidades Odontológicas Móveis deverão receber mil veículos com consultórios montados. Para o SAMU serão 2.180 veículos. São previstos, ainda, 80 aceleradores lineares, 25 oficinas ortopédicas e seis tendas para a Força Nacional do SUS.
O ministro também anunciou o Plano Nacional para Emergências e Desastres, além dos investimentos previstos em unidades móveis e de pronto atendimento para atender ao enorme contingente de pessoas que deve visitar o Brasil. Até 2014, segundo ele, serão destinados R$ 408 milhões à Rede de Urgência e Emergência das cidades-sedes da Copa e respectivas regiões metropolitanas.
Os principais projetos do Ministério envolvem o controle de entrada de pessoas e produtos estrangeiros no País, um plano de reestruturação da rede de saúde, a expansão dos serviços das UPAs e do SAMU, além da Consolidação da Força Nacional do SUS. O objetivo é evitar riscos tanto à população quanto aos turistas.
“Desde 2011 estamos nos preparando para receber estes grandes acontecimentos de massa, com planos que envolvem o pré-evento, o pós-evento e os dias de jogos. Temos o Carnaval da Bahia como simulação para treinar, capacitar e prever riscos, experiência que vem dando resultados bastante positivos”, afirmou Padilha.

A.C.
Revista Apólice

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