Nesta quarta-feira, 28 de novembro, o Hospital Samaritano de São Paulo inaugura o seu núcleo de medicina fetal e perinatal com foco no atendimento a fetos, recém-nascidos e gestantes de alta complexidade. O núcleo conta com uma equipe integrada composta por médicos especialistas em Medicina Fetal, Neonatologia, Cirurgia Cardíaca Pediátrica, Cirurgia Pediátrica, Neuropediatria, Neurocirurgia, Nefrologia Pediátrica e Oftalmologistas especializados em neonatos.

O Hospital Samaritano está investindo em núcleos especializados nas áreas em que é referência – Ortopedia, Oncologia, Cardiologia, Gastroenterologia, Urologia, Medicina Fetal/Perinatal e Neurologia – para prestar um atendimento global. “Os pacientes poderão realizar todo diagnóstico, tratamento e acompanhamento dentro do Samaritano”, explica Luiz De Luca, superintendente corporativo da instituição.

Um dos diferenciais do Núcleo é a Unidade Neonatal Externa, que recebe recém-nascidos vindos de outras maternidades de todoo Brasil eque precisam de atendimento intensivo. “O Hospital Samaritano oferece toda infraestrutura necessária para atender bebês de alto risco nascidos em qualquer outra maternidade do País”, afirma Teresa Uras, neonatologista especialista do Núcleo de Medicina Fetal e Perinatal.

O Núcleo também contacom uma Unidadeda Mulher, que disponibiliza às parturientes equipes médica e de enfermagem especializadas em Obstetrícia e possui regime de alojamento conjunto, prática que mantém os bebês nos quartos das mães, 24h por dia, desde o nascimento. “As mães recebem um treinamento com os cuidados essenciais para o bebê e têm a oportunidade de aprender como dar banho, trocar fraldas, além de orientações sobre os primeiros cuidados e sobre a importância da amamentação e como fazê-la de forma correta”, explica Edilson Ogeda, ginecologista e obstetra, responsável pela gestação de alto risco do núcleo de Medicina Fetal e Perinatal.

A cirurgia fetal será outro destaque. “As gestações que apresentarem alterações fetais passíveis de serem corrigidas cirurgicamente poderão ser tratadas através de fetoscopia”, afirma Denise Lapa Pedreira, pioneira em cirurgia fetal endoscópica no País, responsável pela Medicina Fetal. “A possibilidade de tratamento fetal através de cirurgia é um campo novo e algumas doenças, que não tinham tratamento, agora podem ser tratadas antes do nascimento, como a hérnia diafragmática e a meningomielocele”, completa.

O Núcleo de Medicina Fetal e Perinatal acompanhará fetos portadores de malformações desde o diagnóstico, ainda dentro do útero, até depois do nascimento. “O objetivo é atender a gestante cujo feto tem algum problema, confirmando o diagnóstico ultrassonográfico, realizando procedimentos invasivos, exames de imagem e genética, cirurgia fetal, parto e cirurgia neonatal, se necessária. Nosso diferencial é que a gestante não precisa se deslocar entre os vários especialistas envolvidos neste processo. É o especialista que vem até ela”, finaliza Denise.

J.N.

Revista Apólice

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