A certificação digital já faz parte do universo dos corretores de seguros, que vislumbram nessa atividade uma maneira de dar continuidade em seus negócios, além de captar novos. Manuel Matos (foto), gestor da Rede ICP Seguros, conversou com  a Revista Apólice sobre o tema. Confira abaixo a entrevista exclusiva:

APÓLICE: Quais resultados os corretores já notaram com a certificação digital?
Manuel Matos: A certificação digital é uma vigorosa estratégia de manutenção da carteira de clientes e da captação de novos, além de ampliar a rede de relacionamento do corretor de seguros.

APÓLICE: Atualmente existem quantas Autoridades Registradoras (AR’s)
no Brasil? Elas emitem uma média de quantos certificados por mês?
Manuel Matos: São 105 pontos credenciados em 70 cidades do País. Uma média de 40 mil certificados por mês são emitidos pela rede de AR’s que fazem
parte da Rede ICP Seguros.
APÓLICE: Como conciliar a atividade de corretor com a certificação digital?
Manuel Matos: Eles podem conciliar unindo aquilo que eu acho que é o maior
benefício que um corretor pode prestar ao seu cliente: atendimento. Assim como o corretor domina as coberturas de seguro, ao dominar o certificado digital, ele pode transformá-lo em novos negócios.

APÓLICE: Qual é a média de investimento em uma AR?
Manuel Matos: Hoje o investimento de uma AR se situa, entre instalações, processos de credenciamento e treinamento de pessoal, entre R$ 50 e 65 mil,
diluído ao longo do período de investimento pré-operacional. O corretor consegue, após obter autorização para operar, atingir o ponto de equilíbrio entre quatro e seis meses, quando empata o custo com a receita e despesa. Ele tem uma taxa de retorno, ou seja, ele amortiza todo o investimento que fez, entre 12 e 18 meses.
A partir daí, há resultado oriundo de duas fontes: aumento da carteira de seguros, em função do relacionamento e a própria remuneração da certifi cação digital. A receita mensal de uma AR oscila entre R$ 40 e 50 mil.

APÓLICE: Quanto tempo leva para o corretor conseguir credenciar sua empresa como AR?
Manuel Matos: Do momento em que ele toma a decisão de querer ser uma AR
até a publicação em Diário Oficial para operar, leva entre 90 e 120 dias.

Confira a entrevista completa na edição 167 – setembro.

Gabriela Ferigato

Revista Apólice

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