A destruição comercial – especialmente fazendas e equipamentos perdidos na região da indústria do queijo – vão guiar a maior parte das perdas seguradas após o terremoto de 6.0 graus na escala Richter que atingiu o norte da Itália no domingo (20). É o que dizem as empresas especializadas em calcular catástrofes.

O terremoto atingiu a região da Emilia-Romagna e pode ter causado perdas seguradas de cerca de 100 milhões de euros (US$ 127 milhões de dólares), de acordo com a Eqecat. As perdas seguradas podem ultrapassar os 200 milhões de euros, mas a Eqecat acrescenta que “devido a grande atividade comercial nas imediações do local do terremoto, a magnitude das perdas de L’Aquila  (região que sofreu um terremoto em 2009) representa um salto digno de crédito”.

A empresa especialista em modelagem de catástrofes pontua que colapsos de fábricas foram relatados na cidade de Ponte Rodoni Di Bondeno, e na cidade de Sant’Agostino di Ferrara houve impacto significativo na indústria regional de alimentos, onde “os oficiais relataram que armazéns com mais de 300 mil rodas de queijo Parmesão e Grana Padano foram afetados”.

A produção de queijo parmesão foi a mais atingida e autoridades locais estimam que pelo menos 10% da produção anual – que renderia 1,2 milhões de euros – foi afetada.

Não há não há relatos de danos a partir da  capital da região, Bologna, ou das instalações de produção dos fabricantes de automóveis Ferrari e Lamborghini.

Com informações do site Risk Market News

Jamille Niero

Revista Apólice

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