A SulAmérica Seguros e Previdência apontou crescimento de 44,3% no acumulado até abril deste ano na carteira da previdência privada empresarial. As reservas de previdência da seguradora tiveram expansão de 16% em abril e o número de empresas clientes da companhia aumentou 5,41% de 2009 para 2010, patamar que se manteve no primeiro semestre deste ano.
Alguns fatores que influenciaram este resultado foi a empregabilidade no País. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) entre janeiro e maio foram gerados no Brasil 1.171.796 empregos formais, segundo melhor resultado da história do Caged, ficando atrás apenas do registrado em 2010, quando foram abertos 1.383.729 postos. No mês de maio foram 252.067 novas vagas com carteira assinada e em junho, 215.393.
A previdência privada já é considerada pelos gestores de Recursos Humanos uma aliada na retenção de talentos. Segundo a Fenaprevi, até maio deste ano, o mercado
já somava 187 mil instituições que oferecem um plano de previdência a seus funcionários.
“A atratividade da previdência para os gestores de pessoas ocorre porque a qualidade da cesta de benefícios pode ser um grande aliado na retenção de talentos, tornando-se um grande fator motivacional”, comenta o vice-presidente de Seguros de Pessoas e Previdência da SulAmérica, Renato Russo. A seguradora oferece o SulAmérica Previdência Empresa, produto desenhado para auxiliar as empresas clientes a atrair e reter profissionais qualificados. O produto oferece opções de benefícios de proteção familiar, como pecúlio por morte ou invalidez e pensão aos menores, e opções de rendas, como a renda mensal vitalícia ou temporária. Além disso, permite
distribuir as reservas em fundos de investimento de renda fixa, variável e multicarteira, diversificando os investimentos.
A empresa que contrata o SulAmérica Previdência Empresa pode definir como quer oferecer o benefício a seus funcionários, se por meio de planos instituídos, em que empresa e funcionários contribuem, ou averbados, com a contribuição apenas do funcionário. “A opção mais comum é pelos planos instituídos. Neste caso, a organização geralmente contribui com o mesmo
valor que o funcionário, e dessa maneira, a previdência torna-se uma grande ferramenta de retenção de talentos, uma vez que o colaborador só pode aproveitar esta vantagem dentro de um prazo determinado pela empresa, que varia de três a cinco anos”, explica Russo.
Entre os benefícios para os funcionários estão a dedução de até 12% da renda bruta anual na base de cálculo do Imposto de Renda (para a modalidade PGBL); o acesso a condições diferenciadas de contribuição e taxas de administração; a possibilidade de planejar sua aposentadoria e a proteção à família. Para as empresas, além de relevantes vantagens fiscais,
há o ganho em produtividade e competitividade profissional.

G.F.
Revista Apólice

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