sábado, junho 15, 2019

LGPD em seguros: principais desafios

Já é possível constatar uma repercussão significativa da implantação da LGPD em diversos setores da economia e no comportamento da sociedade

Inteligência artificial e o futuro das seguradoras

Tecnologias contribuem para o desenvolvimento da jornada do cliente de forma otimizada e segura, trazendo inovação para o setor

Seguro pode ser a “tábua de salvação” em questões de saúde

Um estudo feito pela Universidade de Oxford, em 2017, revelou que menos de 20% dos brasileiros têm algum tipo de seguro de vida contratado. Em uma lista de 11 nações pesquisadas, a média é de 32%.

A vida é cheia de previstos. Você sabe o que isso quer dizer?

Esses “previstos” fazem parte do dia a dia das famílias. Nós não estamos no controle de todas as variáveis e isso não é uma novidade.

Propostas para melhor equilíbrio nos contratos de seguro de D&O

As propostas a seguir sugeridas, foram elaboradas com vistas a melhorar o grau de atratividade de contratação desse tipo de seguro, otimizar a fluidez operacional de sua utilização e a evitar a aplicação desnecessária e desmotivada de princípios protetivos

Todos ganham benefícios em um mercado regulado

Com a flexibilização das leis trabalhistas, o contrato formal está perdendo espaço para a terceirização que não contempla benefícios

O que acontece com o mercado? Não queremos mais bancar seguros?

Recentemente, temos visto cada vez mais os casos em que muitas seguradoras deixam de atuar em determinados ramos ou abandonam certos riscos

A união da tecnologia e a experiência no combate às fraudes de seguros

Entre principais ingredientes para a prática da fraude no seguro estão a falta de bons controles internos e de mecanismos de avaliação de riscos por parte das seguradoras

Previdência ou imprevidência: devemos nos preocupar com o futuro

Devemos nos preocupar com o futuro, seja da nossa aposentadoria, da nossa família ou de nossa empresa

Embriaguez ao volante, um prejuízo para toda sociedade

Nos contratos de seguros, a embriaguez ao volante constitui o chamado agravamento de risco. A conduta aumenta probabilidade de ocorrência do sinistro e da severidade do dano decorrente.