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O ritmo do desenvolvimento tecnológico e as inovações disruptivas serão as maiores preocupações de 2018. Os dados são de uma pesquisa com 728 executivos, composto por líderes empresariais de diversas regiões do mundo. Os membros foram ouvidos pela consultoria global Protiviti durante os meses de setembro a novembro de 2017. O estudo faz parte do relatório de “Perspectivas de Executivos para os Principais Riscos em 2018”.

O levantamento foi realizado por meio de uma avaliação online. Os profissionais responderam 30 questões individuais, usando uma escala de zero a dez. A atual edição do estudo ainda sinaliza que, em termos globais, 2018 será um ano menos conturbado do que 2017.

“As ameaças relacionadas à segurança cibernética impulsionaram este medo. Tanto que se tornou um risco à parte neste ano, principalmente depois de ataques cibernéticos em grande escala, como o WannaCry”, completa Fernando Fleider, sócio-diretor da empresa no Brasil.

Paralelo aos avanços tecnológicos, as preocupações mais críticas destacadas pelos executivos são: desastres naturais de impactos catastróficos, crescimento do mercado de ações, trocas de lideranças políticas, terrorismo, eleições na Europa e ameaças de conflitos nucleares.

10 maiores riscos para os negócios em 2018

  • A rápida velocidade das inovações disruptivas e novas tecnologias pode ultrapassar a capacidade das organizações de competir ou gerenciar o risco, com mudanças nos atuais modelos de negócios;
  • A resistência à mudança poderá restringir a organização de realizar ajustes no padrão das operações principais;
  • A empresa não estará preparada para gerenciar ameaças cibernéticas em grande escala, tais como WannaCry e Mega Ataque na Europa, ocorridos em 2017;
  • As mudanças regulatórias e escrutínio do regulador podem aumentar;
  • A cultura da organização não incentivará a identificação e o reporte das questões de risco;
  • Os desafios relativos à capacidade de atrair e reter os talentos da companhia podem limitar o alcance de metas operacionais;
  • Assegurar a gestão de privacidade e segurança da informação, bem como a proteção do sistema exigirão dos executivos recursos significativos;
  • As condições econômicas nos mercados que atualmente são atendidas podem restringir as oportunidades de crescimento;
  • A incapacidade de utilizar a análise de dados para alcançar inteligência de mercado e aumentar a produtividade e eficiência afetará a gestão das operações e os planos estratégicos;
  • As companhias existentes não serão capazes de atender às expectativas de desempenho relacionadas à qualidade, tempo de mercado, custo e inovação, como também os concorrentes, especialmente os que nasceram de forma digital e com uma base de baixo custo para suas operações.

Saiba mais sobre a pesquisa neste link.

M.S.
Revista Apólice

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