automóvel sinistro

Ser bem atendido no momento de um sinistro é muito importante para o consumidor de seguros, pois é quando utiliza seu contrato e recebe sua indenização, muitas vezes em situações de fragilidade emocional. A liquidação do sinistro é também oportunidade para o corretor de seguros evidenciar para seu cliente a importância de contar com uma proteção. No entanto, este processo cada vez mais tem demandado tempo e ação dos profissionais.

Para tirar os corretores de seguros dos procedimentos burocráticos de liquidação de sinistros, liberando-os para o que melhor sabem fazer e com o que mais têm retorno financeiro – vender – surgiu, em 2017, a Regula, prestadora de serviços especializada em atendimento de sinistros de diversos ramos de seguros. “É no momento do sinistro que uma corretora para de produzir. Essa etapa representa situação delicada tanto para o segurado, que precisa que seu sinistro seja resolvido de forma objetiva e simples; quanto para o corretor, que precisa não só atender seu cliente, como também entender e estudar as exigências e peculiaridades de cada seguradora e cada tipo de sinistro”, pondera o diretor e idealizador da empresa, Daniel Bortoletto, que atua há 18 anos no mercado de seguros.

A Regula se apresenta como representante da corretora de seguros ao segurado sinistrado. “O processo de atendimento de sinistro acontece em diversos níveis e conta com várias equipes e pessoas envolvidas, entretanto, para o consumidor, quem está interagindo é sua corretora, ou profissionais terceirizados daquela corretora”, explica Daniel Bortoletto.

“O corretor de seguros abre um chamado e nossa equipe entra em contato com o cliente, cuidando desde a abertura do sinistro até a conclusão. Todos os nossos profissionais estão alinhados e focados em buscar a satisfação e fidelização deste segurado à corretora, que é nossa cliente, se comprometendo em atender até os terceiros envolvidos. Quando necessário, também disponibilizamos assessoria jurídica para a solução do sinistro”, complementa.

Foco

Para comprovar a tese de que os corretores de seguros deixam de ganhar dinheiro quando se debruçam no atendimento de sinistros, a prestadora de serviços desenvolveu o conceito do Custo de Oportunidade. Uma fórmula matemática que avalia estimativas de quanto se deixa de obter quando o corretor de seguros líder da empresa para de vender para atender sinistros ou mesmo quando opta por estruturar uma equipe de atendimento, cujos profissionais poderiam ser realocados para a área de vendas, e faz o comparativo com os valores acessíveis da terceirização para a Regula.

“É muito mais vantajoso direcionar os colaboradores para prospectarem novos negócios e ter uma equipe de atendimento de sinistros terceirizada, com custos viáveis para corretoras de todos os portes. Com nosso foco no atendimento, também contribuímos diretamente para fidelizar os segurados e conquistar novos negócios, por meio de indicações daqueles que foram bem atendidos”, defende Daniel Bortoletto.

Os pacotes de serviços vão desde o plano mais simples, que contempla cinco atendimentos no mês, ao valor de R$ 375, para corretoras menores, até o plano de 30 atendimentos por mês, por R$ 2.100 para as de maior volume de produção e, consequentemente, sinistros.

A.C.
Revista Apólice