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Um escritório especializado em auxiliar pequenos empresários lançou, na Austrália, um guia para famílias e empresas intitulado “Melhores práticas de cyber segurança”. Inciativa foi tomada após os resultados de uma pesquisa mostrarem que 60% das pequenas empresas que sofrem ataques cibernéticos abandonaram seus negócios após cerca de seis meses.

A porta-voz da companhia, Kate Carnell, afirmou que o fato é que muitos pequenos negócios têm pouco tempo e recursos, mas que não podem se “dar ao luxo” de ser complacentes quanto à segurança cibernética. “Pesquisas mostraram que 87% das pequenas empresas acreditam que os softwares de antivírus, sozinhos, são suficientes para mantê-los seguros”, afirmou Kate.

“Os criminosos cibernéticos estão se tornando mais sofisticados e pequenas empresas são particularmente vulneráveis”, ressaltou. Ela complementou afirmando que “armadilhas online são tão reais quanto as armadilhas físicas. A segurança cibernética precisa ser levada a sério, do mesmo jeito que é sério ter fechaduras nas portas e alarmes”, pontuou.

Ser online

Kate disse ainda que o guia produzido sugere obter conselhos de alguém confiável. “Contadores, especialistas de TI e até mesmo amigos e familiares que entendam do assunto são fontes a serem procuradas”, indicou. “Há também sites como staysmartonline (em inglês) que fornece conselhos de forma simples, fácil de entender”, aconselhou.

Kate Carnell, porém, esclareceu que as pequenas empresas não devem temer se tornarem mais onlines, digitais, porque os benefícios são imensos. “Muitos pequenos negócios tiveram sucesso misturando suas lojas físicas e digitais, estabelecendo modelos operacionais sustentáveis”, contou.

“Seria um grande pena se as pequenas empresas se fecharem para o mercado online por causa do medo relativo à segurança cibernética. Há riscos ligados à maioria das atividades, até mesmo ao cruzarmos uma rua. Tomar precauções sensatas amplia oportunidades e  aumenta as recompensas”, finalizou.

com informações: dailyliberal

A.C.
Revista Apólice