Start-up transforma pontos de corretores em dinheiro

Internet das coisas

A plataforma mobile thinkseg traz novidades ao setor de seguros brasileiro. A é proposta um novo modelo de negócio que remunera o corretor com pontos que valem dinheiro.  Nesta primeira quinzena de maio, a plataforma realizou 3 mil cotações de seguro para automóvel  e teve mais  2,3 mil novos usuários cadastrados. Cada um deles, ao contratar o seguro, vai gerar pontos aos corretores. Pontos que, no final do mês, valem dinheiro.

O corretor ganha pontos de diferentes maneiras. De imediato, já recebe ponto ao se cadastrar. Depois, ele é novamente pontuado ao indicar uma pessoa interessada em ter o seguro thinkseg. Se o indicado contratar o seguro, mais um ponto para o corretor. Quando o segurado satisfeito traz um amigo para a plataforma, outro ponto para o corretor. A pontuação vai se multiplicando.

No modelo, o papel do corretor não é o de vender seguro. Isso porque, na prática, a pessoa que recebe o convite do corretor faz tudo sozinha, sem ajuda de ninguém. Ela digita as informações pessoais, dados do carro, tira fotos  do carro pelo celular, coloca o nome do corretor que a indicou e, finalmente, contrata o seguro. É o cliente “faz tudo” com o celular na mão.  Não precisa de ninguém para contratar o seguro. Então, o que o corretor faz?

O papel do corretor

“O corretor é o grande divulgador, o propagador desse novo modelo de negócio ao trazer novos usuários à plataforma. A cada nova pessoa que entra, abaixo da indicação desse corretor, os pontos do profissional vão se multiplicando. Pontos que valem dinheiro no final do mês”, afirma o CEO, Andre Gregori. O cliente também ganha pontos, só que para serem trocados por prêmios, passagens aéreas e outros itens.

O ganho de pontos – que valem dinheiro no final do mês ao corretor – é uma forma de estimular e motivar o profissional, cada vez mais, na prospecção e na indicação de pessoas. Segundo o CEO,  o corretor vai saber, em primeira mão, sobre o lançamento de novos produtos  para poder avisar, primeiramente, a sua carteira de indicados (clientes). Assim que eles contratarem o novo produto e o corretor vai receber pontos.

Por meio da aplicativo (app thinkseg), o corretor sempre vai ter acesso à sua carteira de indicados, com  nomes e contratos dos seguros de cada um deles. “O profissional acompanha o processo de perto e interage com o cliente no momento que quiser”, diz Gregori.  Para as pessoas cadastradas sem corretor, a plataforma vai indicar um profissional bem posicionado no ranking de pontos.

O apelo é que, ao buscar mais clientes para a plataforma mobile, o corretor deverá atingir um novo perfil de público: aquele que acompanha a inovação tecnológica, que tem o aplicativo do banco no celular para movimentar a conta,  que aluga casa pelo AirBNB,  que se desloca com Uber, 99 taxi ou Cabify e que faz compras pela Amazon, Mercado Livre, Ebay, por exemplo.

O corretor que resistir à inovação tecnológica pode sentir a falta de crescimento do próprio negócio lá na frente. “Estamos selecionando corretores apaixonados por inovação tecnológica, que acreditem no nosso modelo de negócio, para apoiá-los no  uso da tecnologia”, afirma Gregori.

A.C.
Revista Apólice

 

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