Cesvi promove debate sobre o mercado de rastreamento

O CESVI BRASIL – Centro de Experimentação e Segurança Viária – realizou ontem mais um encontro do CERTA – Centro de Referência Técnica Automotiva, que tem como objetivo estimular o debate e a disseminação de informações técnicas e de qualidade ao mercado automotivo.

Cerca de 70 profissionais das mais diversas companhias de seguro e empresas de sistemas de segurança estiveram no auditório do centro para assistir a uma sequência de palestras sobre as tecnologias disponíveis no atual mercado de rastreamento, bem como as tendências deste segmento para os próximos anos.

Os debates ainda incluíram temas como a banalização do rastreamento, a vulnerabilidade dos equipamentos e formas alternativas de aumento da segurança embarcada, além do andamento da Resolução 245, que trata da obrigatoriedade da instalação de antifurtos em veículos saídos de fábrica, vigorando desde o dia 1º de agosto.

Para Avelino Rocha, palestrante da Celtec/Grupo AUTOCARGO, o encontro pode esclarecer aos participantes que o menor preço nem sempre gera competitividade, já que o rastreamento é um processo sistêmico, onde o fator humano é a peça mais importante.  “Por isso é necessário, dentro da cadeia sistêmica, um constante treinamento e capacitação”, explicou.

Já Ricardo Takahira, da Magneti Marelli, que discursou sobre as tendências do mercado, afirmou que, atualmente, existem várias tecnologias sendo desenvolvidas no mundo para se evitar acidentes. “Precisamos aproveitar momentos como esse, proporcionados pelo CESVI, para observar qual o nosso modelo de tecnologia e como fazer sua aplicação dentro da realidade do nosso país”, revela.

Também colaboraram com os debates de hoje, Paulo Roberto Weingartner especialista do CESVI BRASIL, Sérgio Omura, pela Onixsat e Fabio Nonis, da Ituran.

De acordo com Almir Fernandes – diretor executivo do CESVI, o rastreamento e bloqueio de veículos se tornou um serviço cada vez mais exigido, tanto pelas seguradoras quanto pelos proprietários de veículos, por isso faz-se necessário ampliar e aprimorar a visão sobre o negócio e poder analisar os pontos positivos e negativos de cada sistema. “Tenho certeza de que, depois do encontro de hoje, os profissionais aqui presentes receberam informações importantes nesse sentido e até poderão gerar questionamentos internos sobre a forma como esse mercado é pensado atualmente dentro das companhias”, conclui.

 

G.F.

Revista Apólice

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